terça-feira, 25 de outubro de 2016

Entrevista com Psicólogo Eduardo Sá: O tempo de recreio é suficiente?


Querem melhorar o rendimento escolar? Estiquem os recreios!” Neste vídeo, Eduardo Sá comenta "Com aulas de 90 minutos e recreios de 10, é quase impossível não existir “uma epidemia atípica de défices de atenção…”. em "O tempo dos recreios é suficiente?" Nós não podíamos estar mas de acordo!

sábado, 22 de outubro de 2016

Frase que inspira...

"Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol, ambos existem, cada um é como é."

Alberto Caeiro

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Tese de Mestrado em Educação para a Saúde

Hoje estive a reler a minha Tese de Mestrado e resolvi partilhá-la convosco. O tema foi: Estreitar laços com Solidariedade e Saúde (ELSS) - Um Projeto no âmbito do Envelhecimento Ativo e Solidariedade entre Gerações.

Link:
https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/13585/1/In%C3%AAs%20Manuel%20Ver%C3%ADssimo%20Marques.pdf

Inês Marques


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Bolsa de Voluntariado Nacional


A bolsa de voluntariado foi criada há 10 anos para servir de ponte entre quem quer dar e quem quer receber e conta já com mais de 36 mil voluntários e quase 2.000 instituições inscritas.

O projeto foi lançado em 2006 pela Entrajuda, que reune numa plataforma online voluntários, instituições, empresas, escolas, universidades e outros grupos, permitindo assim o encontro entre os diferentes partes.

A bolsa de voluntariado é uma porta de entrada para qualquer pessoa ou entidade que queira oferecer o seu tempo, trabalho, conhecimento e experiência.

Relativamente às novas funcionalidades, o site vai ter uma área específica para o voluntariado empresarial e para o voluntariado ligado às escolas, universidades e associações académicas, porque cada vez mais há vontade das pessoas aderirem ao voluntariado, quer através do número de voluntários que se inscrevem, quer da parte das empresas, que levam cada vez mais a sério os seus projetos de responsabilidade social e a promoção do voluntariado empresarial.
Público, 10 de outubro de 2016




terça-feira, 4 de outubro de 2016

Muda de Curso: violência no namoro não é para ti

O Governo lançou hoje uma campanha nas universidades contra a violência no namoro. Esta iniciativa irá até ao final do ano letivo e, a médio prazo, será estendida a outras faixas etárias e anos de escolaridade.
Vão ser distribuídos aos estudantes do ensino superiores cartazes, um vídeo e crachás com o slogan “Violência no namoro não é para ti”.
A campanha “Muda de curso: violência no namoro não é para ti” surgiu da vontade das associações académicas e de um estudo feito pela União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) junto dos jovens. O estudo, divulgado há um ano, mostrava resultados preocupantes.
“Cerca de 30% dos jovens não tinham percepção de que alguns atos, como bater, insultar ou controlar o telemóvel ou forçar relações sexuais, eram atos violentos”, afirma a secretária de Estado para a Cidadania e igualdade, Catarina Marcelino.

Maioritariamente, o perfil do agressor é do sexo masculino, o que não significa a ausência de casos de rapazes agredidos. 
Público, 04 de outubro de 2016



quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Sacos de plástico servem de colchões para sem abrigo

Aqui está um projeto bastante interessante que nos enche de esperança num mundo melhor.

Um grupo de senhoras voluntárias do Tennessee recolheu cerca de 52 mil sacos de plásticos usados e transformou-os em colchões para a comunidade sem-abrigo da região.

Este grupo junta-se todas as semanas numa igreja, e em conjunto tentam dar uma nova e útil vida a sacos de plástico que acabariam no lixo ou abandonados algures. E para algumas destas bem-feitoras reutilizar este material em prol daqueles que mais precisam é quase aditivo: “Chega um momento em que percebemos que estamos a fazer a diferença na vida de alguém e depois queremos fazer cada vez mais para ajudar!" - comenta uma das voluntárias.

O processo de transformar um saco de plástico em colchão passa por várias fases: primeiro corta-se os sacos em pequenas tiras para depois se criar um pequeno “novelo de plástico”. Por fim, tal como se de uma peça de croché se tratasse, vai-se puxando o cordel num jogo de linhas e contra linhas de pedaços de plástico. Resultado final? Um colchão feito com plástico, mas repleto de amor.

Os colchões mantém a humidade afastada, criam calor e são confortáveis e macios para dormir.

Em média para fazer um colchão de adulto são necessários cerca de 600 sacos. Só este ano, este projeto já conseguiu fazer mais de 90 colchões, o que dá um número impressionante de 54 mil sacos reutilizados!

Um projeto feito graças à dedicação e empenho destas senhoras, muitas delas já com uma idade avançada. 


Uma iniciativa que nos inspira profundamente e que prova que todos juntos somos muito mais.

Green Savers