sábado, 5 de abril de 2014

O perigo do sedentarismo

Nas sociedades modernas estamos cada vez mais tempo sentados, nos transportes públicos, no trabalho, nos cafés e em casa.

O hábito adquire-se cedo, especialmente a partir da escola, onde as crianças entre os 6 e os 16 anos passam em média 4 a 5 horas por dia sentadas.

O sedentarismo tomou, assim, conta da nossa vida. Não apenas vivemos sentados como caminhamos muito pouco e corremos ainda menos. Usamos o automóvel para nos deslocarmos e usamos o elevador para subir um lanço de escadas.

O sedentarismo é responsável por uma série de problemas de saúde, como as doenças cardiovasculares, as diabetes, a osteoporose, a lombalgia, a obesidade, o cancro e a fragilização geral do sistema imunitário. O cérebro também sofre com a nossa falta de exercício.

Estas diversas patologias, podem conduzir a uma brutal perda de qualidade de vida e, em última instância, contribuir de forma decisiva para a morte do organismo (segundo a Organização Mundial de Saúde, os estilos de vida sedentários estão entre as dez principais causas de mortalidade, estimando-se que sejam responsáveis por cerca de 2 milhões de óbitos anuais em todo o mundo).

A falta de exercício torna o cérebro preguiçoso e mais indefeso. Uma pessoa fisicamente ativa consegue sentir-se com melhor disposição psicológica, sofrendo menos estados de ansiedade, angústia e stress. Efectivamente, a atividade física aumenta a produção de serotonina (e outros químicos que existem no cérebro) que melhoram a transmissão entre as células do cérebro.

Assim, uma forma de preservar a lucidez até mesmo na velhice é, para além de uma mente ativa, manter o organismo em acção, evitando o sedentarismo.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Portugal é dos países desenvolvidos com mais baixo consumo de fastfood

Segundo a Organização Mundial de Saúde, Portugal é dos países desenvolvidos que está entre os que apresentam menor obesidade e menor consumo de fastfood.
Este estudo que incide na obesidade, hábitos de consumo e liberalização comercial de bens alimentares, conclui que todos os países conheceram um aumento no consumo de comidas rápidas e do IMC [dos seus cidadãos], mas os países que desregularam gradualmente e minimamente as suas economias, conheceram um incremento mais lento do consumo de comida rápida e do IMC.

No caso de Portugal, a economia, ao longo deste período, esteve ainda protegida em termos de regulação alimentar, o que minimizou o aumento da obesidade e do consumo de fastfood.
Roberto De Vogli, autor do estudo explica que "Portugal tem um IMC muito inferior aos países anglo-saxónicos, como os Estados Unidos, Canadá e Austrália, com mercados mais desregulados, e onde o consumo de comida rápida e a prevalência da obesidade são superiores".
Por outro lado, as explorações agrícolas em Portugal tendem a ser mais pequenas, sendo geralmente mais saudáveis, em relação aos países com economias dominadas por grandes grupos económicos agroalimentares. "Países com explorações agrícolas de tamanho menor tendem a registar aumentos menores no consumo de comidas rápidas e na obesidade", esclarece o professor Roberto de Vogli.
O investigador adianta, no entanto, que "é preciso mais investigação", para se chegar a uma conclusão efectiva, sobre a relação dos factores, embora tudo indique que "um sistema de agricultura baseado em pequenas explorações e com sectores mais protegidos", em termos de regulação e fiscalização, "possa explicar por que motivo o consumo de comida rápida é baixo em Portugal".

O estudo apela, por isso, à aplicação de medidas que melhorem a etiquetagem dos alimentos e que limitem a produção e o comércio de alimentos processados, como a fastfood, e a sua publicidade.     

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Teste de potencial desportivo

A empresa americana Atlas Sports Genetics, através de uma recolha de células da boca da criança, identifica as alterações que ela apresenta do gene ACTN3.
Este gene, tem um papel preponderante no desenvolvimento atlético. De acordo com o tipo de gene, a a criança tem maior aptidão para desportos que envolvem força ou resistência, ou uma combinação dos dois.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Feliz Natal e um 2014 com muitas energias positivas

Desejo aos leitores do meu blog um excelente Natal, com muita paz, amor e felicidade.
Que o próximo ano  seja de concretização de sonhos, repleto de luz, amor e prosperidade!

Feliz Natal e um Excelente 2014!
Inês Marques


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Benefícios do voluntariado

Após um estudo realizado na Escola de Medicina da Universidade de Exeter, Reino Unido, os investigadores concluíram que a taxa de mortalidade é 20% inferior, para quem faz voluntariado, comparativamente com as pessoas que não o fazem.


Os voluntários que participaram nesta investigação também evidenciaram níveis mais baixos de depressão, maior bem-estar e satisfação com a vida.

Experimente dedicar um dia por semana a uma causa com a qual se identifique, sinta-se útil, e ao mesmo tempo feliz.

Revista Prevenir, dezembro 2013



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Governo reforça fruta nas Escolas

O Governo vai reforçar a presença de fruta nas escolas, declarou Fernando Leal da Costa à agência Lusa, após a apresentação do projecto Nutri-Mestres, que consiste na disponibilização aos profissionais de saúde e educação de materiais educativos "e divertidos" sobre nutrição.
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde anunciou o reforço da fruta nas
escolas, através do programa de fruta escolar. 
Fernando Leal da Costa sublinhou que esta protecção do consumo da fruta é uma das
prioridades do Ministério da Saúde em termos de alimentação e garantiu que estão a ser monitorizados os efeitos da crise na nutrição dos portugueses.
Para já, avançou, mais do que a subnutrição, é a alimentação pobre em frutas e legumes, que muitas vezes se regista em épocas de privação económica, que mais preocupa o Ministério da Saúde.
Fernando Leal da Costa elogiou o projecto dos Nutriventures, uma iniciativa de
portugueses que utiliza o entretenimento, através da televisão, música, vídeo clips e
internet, para convencer as crianças a consumir alimentos saudáveis.
O "truque" desta série reside nos "poderes" que os alimentos saudáveis dão aos
"heróis", cujos criadores foram recentemente recebidos pela mulher do presidente dos Estados Unidos, Michelle Obama, no âmbito do seu trabalho contra a obesidade infantil.