quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Portugal é dos países desenvolvidos com mais baixo consumo de fastfood

Segundo a Organização Mundial de Saúde, Portugal é dos países desenvolvidos que está entre os que apresentam menor obesidade e menor consumo de fastfood.
Este estudo que incide na obesidade, hábitos de consumo e liberalização comercial de bens alimentares, conclui que todos os países conheceram um aumento no consumo de comidas rápidas e do IMC [dos seus cidadãos], mas os países que desregularam gradualmente e minimamente as suas economias, conheceram um incremento mais lento do consumo de comida rápida e do IMC.

No caso de Portugal, a economia, ao longo deste período, esteve ainda protegida em termos de regulação alimentar, o que minimizou o aumento da obesidade e do consumo de fastfood.
Roberto De Vogli, autor do estudo explica que "Portugal tem um IMC muito inferior aos países anglo-saxónicos, como os Estados Unidos, Canadá e Austrália, com mercados mais desregulados, e onde o consumo de comida rápida e a prevalência da obesidade são superiores".
Por outro lado, as explorações agrícolas em Portugal tendem a ser mais pequenas, sendo geralmente mais saudáveis, em relação aos países com economias dominadas por grandes grupos económicos agroalimentares. "Países com explorações agrícolas de tamanho menor tendem a registar aumentos menores no consumo de comidas rápidas e na obesidade", esclarece o professor Roberto de Vogli.
O investigador adianta, no entanto, que "é preciso mais investigação", para se chegar a uma conclusão efectiva, sobre a relação dos factores, embora tudo indique que "um sistema de agricultura baseado em pequenas explorações e com sectores mais protegidos", em termos de regulação e fiscalização, "possa explicar por que motivo o consumo de comida rápida é baixo em Portugal".

O estudo apela, por isso, à aplicação de medidas que melhorem a etiquetagem dos alimentos e que limitem a produção e o comércio de alimentos processados, como a fastfood, e a sua publicidade.     

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Teste de potencial desportivo

A empresa americana Atlas Sports Genetics, através de uma recolha de células da boca da criança, identifica as alterações que ela apresenta do gene ACTN3.
Este gene, tem um papel preponderante no desenvolvimento atlético. De acordo com o tipo de gene, a a criança tem maior aptidão para desportos que envolvem força ou resistência, ou uma combinação dos dois.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Feliz Natal e um 2014 com muitas energias positivas

Desejo aos leitores do meu blog um excelente Natal, com muita paz, amor e felicidade.
Que o próximo ano  seja de concretização de sonhos, repleto de luz, amor e prosperidade!

Feliz Natal e um Excelente 2014!
Inês Marques


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Benefícios do voluntariado

Após um estudo realizado na Escola de Medicina da Universidade de Exeter, Reino Unido, os investigadores concluíram que a taxa de mortalidade é 20% inferior, para quem faz voluntariado, comparativamente com as pessoas que não o fazem.


Os voluntários que participaram nesta investigação também evidenciaram níveis mais baixos de depressão, maior bem-estar e satisfação com a vida.

Experimente dedicar um dia por semana a uma causa com a qual se identifique, sinta-se útil, e ao mesmo tempo feliz.

Revista Prevenir, dezembro 2013



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Governo reforça fruta nas Escolas

O Governo vai reforçar a presença de fruta nas escolas, declarou Fernando Leal da Costa à agência Lusa, após a apresentação do projecto Nutri-Mestres, que consiste na disponibilização aos profissionais de saúde e educação de materiais educativos "e divertidos" sobre nutrição.
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde anunciou o reforço da fruta nas
escolas, através do programa de fruta escolar. 
Fernando Leal da Costa sublinhou que esta protecção do consumo da fruta é uma das
prioridades do Ministério da Saúde em termos de alimentação e garantiu que estão a ser monitorizados os efeitos da crise na nutrição dos portugueses.
Para já, avançou, mais do que a subnutrição, é a alimentação pobre em frutas e legumes, que muitas vezes se regista em épocas de privação económica, que mais preocupa o Ministério da Saúde.
Fernando Leal da Costa elogiou o projecto dos Nutriventures, uma iniciativa de
portugueses que utiliza o entretenimento, através da televisão, música, vídeo clips e
internet, para convencer as crianças a consumir alimentos saudáveis.
O "truque" desta série reside nos "poderes" que os alimentos saudáveis dão aos
"heróis", cujos criadores foram recentemente recebidos pela mulher do presidente dos Estados Unidos, Michelle Obama, no âmbito do seu trabalho contra a obesidade infantil.


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Suécia o melhor País para Envelhecer



O relatório “Índice Global de Envelhecimento 2013” elaborado pela organização HelpAge International é o primeiro índice que mede a qualidade de vida e de bem-estar das pessoas idosas em todo o mundo.
Entre os aspetos analisados no estudo estão a saúde, o emprego e educação, a segurança de rendimentos (pensões, níveis de pobreza) e a adaptação do meio ambiente (acesso a transportes públicos, liberdade cívica, segurança física).

Na análise pormenorizada destes critérios, Portugal surge na 17.ª posição no campo da segurança de rendimentos, na 29.ª posição na área da saúde e na 76.ª posição ao nível do emprego e da educação. No que diz respeito ao critério de adaptação do meio ambiente, Portugal aparece na 37.ª posição.

Em termos globais, Portugal fica atrás de países como o Brasil (31.ª posição) e de vários parceiros comunitários, como é o caso de Itália (27), Bélgica (24), Espanha (22), França (18), Reino Unido (13) e da Alemanha, que ocupa a terceira posição do ‘ranking’.
Entre os 10 melhores países para envelhecer constam a Suécia, Noruega, Holanda, Canadá, Suíça, Nova Zelândia, Estados Unidos, Islândia e Japão.

“A exclusão e a discriminação etária continua a estar presente em todos os países e é um dos maiores obstáculos para satisfazer as necessidades das pessoas idosas”, destacou a presidente da HelpAge International, Isabel Martínez.
Para tal, segundo a responsável, “é preciso que o envelhecimento seja tido em conta nas agendas nacionais” e este índice “oferece uma melhor compreensão sobre a qualidade de vida das mulheres e dos homens que envelhecem”.

Isabel Martínez exortou ainda todos os países do mundo a “tomarem medidas para lutar contra a pobreza na velhice e para enfrentar a discriminação etária e o abuso dos direitos das pessoas idosas” perante “o envelhecimento rápido do mundo”.
Segundo o estudo, que abrange 89% dos idosos originários de 91 países, o número de pessoas com mais de 60 anos (mais de 800 milhões de pessoas em 2012) supera atualmente as crianças com menos de cinco anos a nível mundial, prevendo-se que em 2050 ultrapasse os menores de 15 anos.


Em 2030, as pessoas com mais de 60 anos irão representar 16% da população mundial, subindo para 22% em 2050.


Fonte: Lusa, outubro de 2013