terça-feira, 4 de novembro de 2014

Problemas de saúde provocados pela obesidade


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade tornou-se uma epidemia global. 
O problema atinge um elevado número de pessoas em todo o mundo e, entre as principais causas desse crescimento, estão o modo de vida sedentária e uma má dieta alimentar. O exercício físico pode contribuir para a diminuição do peso corporal, para a melhoria da condição física e para a prevenção e tratamento dos problemas de saúde que favorecem a obesidade. Os desportos mais recomendáveis para pessoas obesas são os aeróbios, como as caminhadas, a natação, o ciclismo e os exercícios em aparelhos cardiovasculares específicos.Segundo a OMS, os níveis de obesidade no mundo duplicaram desde 1980. Em 2011, 40 milhões de crianças abaixo dos cinco anos de idade estavam com sobrepeso.

Uma grande preocupação médica é o risco elevado de doenças associadas ao sobrepeso e à obesidade como:
- Pressão arterial elevada;
- Diabetes;
- Doenças de coração;
- Colestrol elevado;
- Cancro;
- Infertilidade;
- Dores lombares e articulares.

In revista saber viver, outubro 2014.








sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Ajudar a cuidar dos netos


Durante a gravidez e parto os avós podem e devem ter um papel bastante ativo, nesta fase tão importante na vida da família.
Seguem algumas sugestões aos avós para uma ajuda mais coerente e assertiva durante a fase da gravidez e pós parto:


- É importante o envolvimento dos avós nas consultas e exames da grávida, no entanto devem ter atenção se é esse o desejo do casal, nunca devendo impor a sua presença e opinião;


- Os avós que desejam ajudar devem atualizar-se relativamente ao parto, amamentação e cuidados da mãe e do bebé, lembrem-se que as coisas mudaram muito e o que era verdade dantes pode ter deixado de o ser;


- Devem ajudar a mãe no regresso da maternidade, substituindo-a nos cuidados com o bebé e nas tarefas domésticas de forma a que a mãe possa recuperar o mais rapidamente possível do parto;


- Os avós devem dar muito mimo ao bebé, mas também ao casal;


- Os avós devem transmitir valores através da história da família, conversar com os netos, brincar com eles, levá-los a passear e ajudar os pais a educá-los;


- É importante que toda esta ajuda seja equilibrada e sempre combinada com os pais por forma a não acontecerem troca de papéis, estes devem estar muito bem definidos sobretudo com a vontade dos progenitores a prevalecer.

Revista Crescer, 2014











quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Uma frase que inspira...

Os pequenos atos que se executam são melhores que todos aqueles grandes que se planeiam.
GGGeorge C. Marshall




quinta-feira, 17 de julho de 2014

Benefícios no IRS para os avós cuidadores dos seus netos

O relatório para a política da natalidade, prevê benefícios fiscais para os avós que cuidam dos netos. A proposta equipara os avós aos pais na dedução de despesas de saúde e educação, no IRS. A medida pretende aumentar a justiça fiscal, num país onde há cada vez mais avós a assumir um papel determinante na educação dos netos.

in revista visão, julho 2014

sábado, 5 de abril de 2014

O perigo do sedentarismo

Nas sociedades modernas estamos cada vez mais tempo sentados, nos transportes públicos, no trabalho, nos cafés e em casa.

O hábito adquire-se cedo, especialmente a partir da escola, onde as crianças entre os 6 e os 16 anos passam em média 4 a 5 horas por dia sentadas.

O sedentarismo tomou, assim, conta da nossa vida. Não apenas vivemos sentados como caminhamos muito pouco e corremos ainda menos. Usamos o automóvel para nos deslocarmos e usamos o elevador para subir um lanço de escadas.

O sedentarismo é responsável por uma série de problemas de saúde, como as doenças cardiovasculares, as diabetes, a osteoporose, a lombalgia, a obesidade, o cancro e a fragilização geral do sistema imunitário. O cérebro também sofre com a nossa falta de exercício.

Estas diversas patologias, podem conduzir a uma brutal perda de qualidade de vida e, em última instância, contribuir de forma decisiva para a morte do organismo (segundo a Organização Mundial de Saúde, os estilos de vida sedentários estão entre as dez principais causas de mortalidade, estimando-se que sejam responsáveis por cerca de 2 milhões de óbitos anuais em todo o mundo).

A falta de exercício torna o cérebro preguiçoso e mais indefeso. Uma pessoa fisicamente ativa consegue sentir-se com melhor disposição psicológica, sofrendo menos estados de ansiedade, angústia e stress. Efectivamente, a atividade física aumenta a produção de serotonina (e outros químicos que existem no cérebro) que melhoram a transmissão entre as células do cérebro.

Assim, uma forma de preservar a lucidez até mesmo na velhice é, para além de uma mente ativa, manter o organismo em acção, evitando o sedentarismo.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Portugal é dos países desenvolvidos com mais baixo consumo de fastfood

Segundo a Organização Mundial de Saúde, Portugal é dos países desenvolvidos que está entre os que apresentam menor obesidade e menor consumo de fastfood.
Este estudo que incide na obesidade, hábitos de consumo e liberalização comercial de bens alimentares, conclui que todos os países conheceram um aumento no consumo de comidas rápidas e do IMC [dos seus cidadãos], mas os países que desregularam gradualmente e minimamente as suas economias, conheceram um incremento mais lento do consumo de comida rápida e do IMC.

No caso de Portugal, a economia, ao longo deste período, esteve ainda protegida em termos de regulação alimentar, o que minimizou o aumento da obesidade e do consumo de fastfood.
Roberto De Vogli, autor do estudo explica que "Portugal tem um IMC muito inferior aos países anglo-saxónicos, como os Estados Unidos, Canadá e Austrália, com mercados mais desregulados, e onde o consumo de comida rápida e a prevalência da obesidade são superiores".
Por outro lado, as explorações agrícolas em Portugal tendem a ser mais pequenas, sendo geralmente mais saudáveis, em relação aos países com economias dominadas por grandes grupos económicos agroalimentares. "Países com explorações agrícolas de tamanho menor tendem a registar aumentos menores no consumo de comidas rápidas e na obesidade", esclarece o professor Roberto de Vogli.
O investigador adianta, no entanto, que "é preciso mais investigação", para se chegar a uma conclusão efectiva, sobre a relação dos factores, embora tudo indique que "um sistema de agricultura baseado em pequenas explorações e com sectores mais protegidos", em termos de regulação e fiscalização, "possa explicar por que motivo o consumo de comida rápida é baixo em Portugal".

O estudo apela, por isso, à aplicação de medidas que melhorem a etiquetagem dos alimentos e que limitem a produção e o comércio de alimentos processados, como a fastfood, e a sua publicidade.